segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Manobrando Para Favorecer o Comte (do Vigário) Bittencourt

Justiça decreta sigilo em processo contra deputado Comte Bittencourt

Justiça decreta sigilo em processo contra deputado Comte Bittencourt

 















Texto: Wellington Serrano
Foto: Alex Slaib
Depois que o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro enviou à Justiça denúncia, em face do ex-vereador de Niterói Comte Bittencourt, por falsidade ideológica; o processo sobre o caso — que deveria estar no setor de protocolo geral ou criminal da segunda instancia do Tribunal de Justiça, conforme informação do TJ — saiu do sistema por ser tratado como “segredo de justiça”.
De acordo com a denúncia do MPRJ, Bittencourt teria alterado o texto original do artigo 114 da Lei municipal 1.967/02, o Plano Urbanístico Regional das Praias de Baía (PUR). Com isso, o gabarito de 9,70 metros para as construções da Estrada Leopoldo Fróes, no Bairro de São Francisco, foi suprimido.
Além de Bittencourt, que, na época, era Presidente da Câmara de Vereadores de Niterói (e hoje é Deputado Estadual), também foram denunciados os presidentes das Comissões de Urbanismo e de Meio Ambiente, Vereadores Paulo Henrique da Silva Oliveira e Renê Xavier Barreto, respectivamente. Conforme a denúncia, a alteração do gabarito “facilitou a aprovação de um empreendimento imobiliário que não respeitava aqueles parâmetros edilícios, hoje já finalizado, denominado Chácara Fróes”.
A mudança no Plano Urbanístico foi realizada por meio da publicação de uma corrigenda como ato oficial da Câmara de Vereadores. Pelo crime de falsidade ideológica, de acordo com o artigo 299 do Código Penal, os réus estão sujeitos à pena de reclusão de um a cinco anos e multa, por se tratar de omissão de declaração em documento público. A denúncia do MPRJ foi assinada pelo Procurador-Geral de Justiça, Cláudio Lopes, e pelo Subprocurador-Geral de Justiça de Atribuição Originária Institucional e Judicial, Antônio José Campos Moreira.

Autor da denuncia revela: “Queria preservar 5 mil m2 de área pública”
Em entrevista exclusiva A TRIBUNA o presidente regional do Psol, Paulo Eduardo Gomes, então vereador, em 2006, responsável pela elaboração da denúncia apresentada ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que confirmou o crime de falsidade ideológica do deputado Comte Bittencourt (PPS), falou sobre os elementos que provam que o resultado da votação do Projeto de Lei número 028/2002, que dispõe sobre o Plano Urbanístico da Região das Praias da Baía, encaminhado à Câmara Municipal em 22 de fevereiro de 2002, pelo então prefeito Jorge Roberto Silveira (PDT), foi fraudado com a flagrante intenção de beneficiar interesses do mercado imobiliário.
Fontes revelam ainda todo esquema que foi montado para publicação da lei até sua aprovação. Paulo Eduardo recorda que só foi “se tocar” da alteração do Plano Urbanístico quando viu a definição da área e a grandiosidade da obra em São Francisco. “O esquema foi tão por debaixo dos panos que só me liguei no que estava acontecendo quando encontrei o então secretário Adyr Motta Filho e ele me revelou que “a construção que estava acontecendo, estava valendo de acordo com a corrigenda do Comte”, relembrou.

A FRAUDE
Segundo Paulo Eduardo Gomes, a fraude alterou radicalmente o conteúdo dos parâmetros urbanísticos da fração urbana de código 08 do Bairro de São Francisco (SF08) que compreende toda a área da Estrada Fróes. Ele afirma que os beneficiados estão claramente identificados: “São os empreendedores que obtiveram, a partir da fraude, autorização para a construção de 10 blocos de apartamentos com 60 (sessenta) apartamentos no valor anunciado de R$ 1,5 milhão e 10 (dez) coberturas a R$ 3,5 milhões, potencializando um negócio da ordem de R$ 125 milhões, cerca de, no mínimo, R$ 30 milhões a mais do que poderia ser potencializado se fossem considerados os parâmetros urbanísticos de fato aprovados pelos
vereadores, em duas votações, e posteriormente sancionados pelo prefeito”, disse Paulo Eduardo.

INTERESSES
Paulo Eduardo ressalta que sempre pensou no interesse público para legislar e o texto originalmente aprovado pelo Plenário da Câmara Municipal para a fração urbana SF08 resultou em consenso junto com vereadores envolvidos na discussão específica da Estrada Fróes. “Refletimos de forma a equilibrar o interesse público, a preservação ambiental, a criação de área pública para lazer e o interesse privado, com o aproveitamento mercantil da área. Mas com a fraude se pretende a prevalência a qualquer preço — e aqui não fazemos a menor idéia de qual tenha sido o preço — do interesse privado sobre o interesse público. Os criminalistas, aprendi com eles, ensinam que para se chegar ao criminoso faz-se fundamental responder a pergunta “a quem interessa o crime?”, ressaltou.

OS MEIOS
De acordo com Paulo Eduardo Gomes, a clareza com que se chega à resposta não se permite, entretanto, o afastamento do que é o principal. Ele diz e comprova numa minuciosa representação que tal fraude não foi executada pelos principais interessados. “Para perpetrá-la, um conjunto de agentes públicos, do Poder Legislativo e do Poder Executivo, seja por ação, seja por omissão, por obediência devida ou mesmo com muito prazer, tiveram que dela participar para a consecução dos objetivos pretendidos pelos primeiros interessados”, enfatizou ele afirmando que no campo do Direito Brasileiro, seja no Direito Administrativo, seja no Criminal, haverá de se encontrar os meios para qualificar e tipificar a natureza criminosa da ação de todos aqueles envolvidos na fraude ora denunciada e reparar as lesões flagrantes a ordem legal vigente, em particular do município, “que levem à nulidade de todo e qualquer ato que tenha sido praticado com base na fraude denunciada”, lamentou.

A MANOBRA
Segundo informações, a Lei em questão foi sancionada por Jorge Roberto, que saiu candidato para governador em 2002. Em seguida Comte Bittencourt que presidia a Câmara Municipal pediu para o então prefeito Godofredo Pinto (PT) que publicasse a lei. Mas a ação foi negada pelo petista A partir de então, Comte Bittencourt, dizendo que era para corrigir, publicou a corrigenda num jornal que não era o oficial das publicações e o então secretário de Urbanismo, Adyr Motta Filho, que também publicou a corrigenda no site da pasta, aprovou a obra.
“Disso tudo só queria preservar os 5 mil m2 de área pública para que se tornasse num mirante para que as pessoas tivessem acesso a bela paisagem da Baáa de Guanabara. Espero que a construtora conserte o erro e de uma solução à população”, concluiu Paulo Eduardo Gomes.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Associação das Empresas do Mercado Imobiliário inaugura uma nova sede

Evento contou com a presença de empresários e políticos, como o prefeito Jorge Roberto Silveira, o ex-prefeito João Sampaio e a secretária de Urbanismo, Christina Monnerat

Por: Elaine Chistofori 21/02/2011 

A corja safada se regozija em flagrante de formação de quadrilha

 

 

A Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Niterói (Ademi-Niterói) inaugurou nesta segunda-feira sua nova sede, no Centro. 
A iniciativa é marcada pelo bom momento em que a construção civil passa no município. O evento contou com a presença de empresários e políticos, como o prefeito Jorge Roberto Silveira, o ex-prefeito João Sampaio e a secretária municipal de Urbanismo, Christina Monnerat.
Para o prefeito Jorge Roberto, a nova sede é uma demonstração de maior integração com a cidade. E a escolha da continuidade no bairro do Centro mostra um voto de confiança e parceria na revitalização do bairro.

O Fluminenses

 Lourdes  Comenta:
É Jorge Rouberto prestigiando seu verdadeiro patrão, a esculhambação imobiliária, que está acabando de destruir Niterói, por que não morre esse  filho da puta cheirador?

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Falta do Que Fazer???

Câmara de Vereadores de Niterói só deve votar o projeto depois do Carnaval, mas o assunto já é falado nas ruas. Vereador José Antônio Fernandez é o autor da proposta

A Câmara de Vereadores só deve votar o projeto depois do Carnaval, mas a intenção de proibir o fumo em pontos de ônibus e táxis da cidade já causa polêmica nas ruas. Ao contrário do que se pode imaginar, o que motiva o projeto de lei não é apenas o cuidado com a saúde, mas também o impacto dos cigarros no meio ambiente.
“Quem fuma esperando um ônibus ou um táxi, na maioria das vezes, se desfaz rapidamente do cigarro quando a condução chega, por ser proibido o uso dentro dos veículos. Agindo assim, as pessoas estão transformando as ruas em cinzeiros e as guimbas, levadas para a rede pluvial, são altamente poluentes. A cada 20 pontas de cigarro na água é como se fosse lançado um litro de esgoto in natura. Além disso, os pontos são locais de aglomeração de pessoas, que nem sempre fumam”, explica o vereador José Antônio Fernandez (PDT), autor da proposta.
O oceanógrafo e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Julio Wasserman considera o projeto de lei redundante e que o impacto causado por este despejo de cigarro é tão preocupante quanto outros descartes.
“Não sou contra a lei, de forma alguma, mas a questão é que já é proibido jogar lixo pela rua. As pessoas deveriam ser multadas por sujar a rua, seja com cigarro ou com papel de bala. Reconheço que as guimbas de cigarro são poluentes, mas nossos canais estão repletos de toda sorte de lixo. Já os fumantes, ficarão destacados do povo e jogarão o cigarro na rua quando o ônibus chegar mesmo assim”.

Lourdes Comenta:
" Esse verroedor é notório por sua incapacidade de propor projetos de verdadeiro valor para a sociedade. 
Vulgarmente conhecido como Zaff (ou Zafado!) ele é famoso por querer liberar construções de condomínios de luxo e hotéis em áreas de preservação ambiental, e reservas locais como a Serra da Tiririca. Até nas ilhas de Itaipu e Piratininga ele queria permitir obras, além de ter estado envolvido com o Wolney Ruindade no 'destombamento' do Cine Icaraí pra favorecer a esculhambação imobiliária.
Ele também é conhecido por agredir eleitores insatisfeitos com sua semvergonhice, que lhe valeu um  processo  criminal, encerrado com a 'Transação Penal' onde o sacripanta teve que pagar cestas básicas para não ser processado por agressão e lesão corporal.
Agora vem com mais essa babaquice!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Pedido de vista suspende abertura de processo contra Zveiter

POR UM TRIZ

MÁRCIO FALCÃO 

na Fôia
Em meio a um bate-boca de conselheiros, um pedido de vista suspendeu na noite desta terça-feira (15) a análise no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) de abertura de processo administrativo contra o presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro, Luiz Zveiter.
A interrupção ocorreu após três votos defendendo a investigação e seu afastamento do cargo.
Investigado, desembargador quer presidência do TRE-RJ
Zveiter é acusado de ter beneficiado em decisão judicial uma construtora que é cliente do escritório de advocacia de seu filho, Flávio, e de seu irmão, Sérgio. Ele concedeu liminar a favor de um empreendimento da construtora.
Esse foi o segundo caso analisado hoje contra o presidente do TRE fluminense no CNJ.
No primeiro, foi arquivado pedido de processo disciplinar contra ele por ter gravado um vídeo com depoimento a favor de seu irmão, na campanha eleitoral, que foi eleito deputado federal no ano passado.
CLIMA TENSO
A sessão do caso da construtora foi em clima tenso e durou duas horas. O presidente do CNJ, Cezar Peluso, colocou o processo como um dos últimos da pauta.
A defesa tentou adiar a análise alegando que o advogado Márcio Thomaz Bastos só começou a atuar no processo na última sexta-feira. O pedido foi rejeitado pelo plenário, uma vez que outros nove defensores também estão no caso.
A discussão entre os conselheiros começou após o voto da relatora e corregedora Nacional de Justiça, Eliana Calmon, sustentando que a atuação de Zveiter deveria ser avaliada.
"A parcialidade um magistrado, se comprovada, ofende a ética e amoralidade administrativa. O fato é que no caso a decisão liminar coincide com o resultado sugerido pelo reclamado. A imparcialidade é a qualidade fundamental requerida par um juiz e o principal atributo do Judiciário", disse a relatora.
IMPEDIDO
O conselheiro José Adonis questionou o colega Nelson Tomaz Braga, responsável pelo pedido de vista, por ele não ter se declarado impedido.
Segundo Adonis, em outros dois julgamentos envolvendo Zveiter, Braga alegou foro íntimo para não participar. Adonis disse estranhar a posição do colega.
Braga reagiu e negou ligação com Zveiter. "Não tenho amizade íntima. É um processo do meu Estado e quero ver com outros olhos. Já tive vários embates com ele [Zveiter]".
Ele não aceitou se declarar impedido, e o plenário manteve sua posição.
O debate acabou ainda envolvendo troca de acusações entre outros dois integrantes do CNJ.
Marcelo Nobre disse que Felipe Locke já havia se declarado impedido em julgamentos envolvendo determinadas pessoas, mas votado em outros casos que as envolvia. Aos gritos, ele negou.
O presidente do STF acionou a campainha do plenário para acalmar os conselheiros.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Bomba, bomba!

Atenção: Prefeitura de Niterói lança superprojeto habitacional


DesabafosNiteroienses: Aí pessoal, este é o projeto daquelas desapropriações sinistras... Fiquem de olho porque por trás de 'medida social' só tem maracutaia!! 
Não deixa de ser 'interesse social', resta saber de quem!!...
Pra quem pouco fez em 1ano e 10 meses, nada como tirar um coelho da cartola!!
n'OFluminense Por: Renato Onofre 12/02/2011
Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS) pretende estabelecer regras e parâmetros de construção e ocupação pelos próximos 30 anos. Minha Casa, Minha Vida ganha mais 4 mil imóveis

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O cheiro na Estação das Barcas de Niterói é repugnante

do GROBO Bairros

Gostaria que autoridades municipais, estaduais, bem como, Águas de Niterói, MP e a imprensa verificassem o lançamento de esgoto sobre a Estação das Barcas de Niterói. O cheiro, principalmente no verão, é repugnante. É como se os usuários estivessem andando por cima de uma lagoa de esgoto. Infelizmente os usuários não reclamam acreditando que não serão ouvidos. Basta a qualquer autoridade circular por aquela estação no fim da tarde que sentirá o cheiro subindo debaixo dos seus pés. Bem diferente do cheiro de mar que deveria existir ali. Aquilo é tudo menos água do mar. Uma Baía de Guanabara transformada em grande latrina do Rio de Janeiro desde os tempos do Brasil Colônia. Uma pena que os órgãos competentes não fiscalizem e melhorem a vida de seus cidadãos.

Comentário da Lourdes:
Vai ver Jorge Rouberto anda tomando banho de mar de baixo do atracadouro,
isso explicaria o cheiro de podre!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dê sua Opinião

Caríssimos,
surge aqui uma ótima oportunidade de participarmos, como cidadãos, de uma enquete sobre o Programa de Metas da Prefeitura de Niterói lançado há um ano e dez meses atrás.
O blog Desabafos Niteroienses "propõe aos niteroienses o acompanhamento e avaliação, da execução e do cumprimento, deste programa considerando um ano e dez meses de administração, praticamente metade da gestão".

Para participar basta clicar no link abaixo, e votar. 
Antes de votar, leia atentamente tudo que está descrito no Programa de Metas e dê sua opinião. A enquete está na coluna da direita.
http://desabafosniteroienses1.blogspot.com/2011/02/vamos-avaliar-o-programa-de-metas-da.html?spref=fb
Recomende aos seus amigo. Repasse.
Abraço a todos!
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Cynthia Gorham